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Aldeia de Portugal
Perdidos de amor,
por ti minha aldeia infragado.
Odestino me separou de ti,
e abandonou a minha alma.
Neste amor tão distante
em pensamento tão amante,
perdido infragado,
eu te vendo ao longe
nos castelos dos pecados.
se eu pudesse rasgaria o cé
para ficar sempre a seu lado.
Este amor perdido,
sem caminho sem estrada
sem mar para navegar.
É um espelho do céu a procura.
Choro, grito e canto por ti
e corro sem razão
E eu ajoelhada aos seus pés,
finjindo que pertenço a outra nação.
Sou um amor perdido,
procurando o abandono...
Umbelina Nascimento Nunes Reis






